
Veja os vídeos acima. Eles descrevem provas da reencarnação de
forma prática e cientifica. O assunto é extremamente interessante.
Vale a pena conhecermos este lado da nossa existência que muitos não conhecem.
CONCEITO DE REENCARNAÇÃO
Por Antonio Pimentel
PROVAS DA REENCARNAÇÃO
A reencarnação não é um mistério indecifrável, mas sim a continuidade natural daquilo que chamamos vida. Ela nos mostra que a essência verdadeira não está no corpo físico, efêmero e limitado, mas no espírito, que carrega em si a chama da evolução. É como se um véu fosse retirado diante de nossos olhos, permitindo que enxerguemos com mais clareza o propósito de nossa existência. Durante séculos, tradições nos ensinaram a olhar apenas para o que é visível, mas hoje, com maior discernimento, compreendemos que o progresso não se mede pela matéria, e sim pela transformação interior. Essa percepção, longe de ser apenas um consolo, nos traz também responsabilidade: a de assumir nossa jornada espiritual com consciência e maturidade. Afinal, já é tempo de reconhecermos que a vida não termina, apenas se renova, e que cada passo dado é parte de um caminho maior rumo ao nosso próprio aperfeiçoamento.
A reencarnação é o processo pelo qual uma personalidade espiritual encarna uma ou mais vezes no mundo material, com a missão de se aprimorar e evoluir como espírito. Para melhor ilustrar essa ideia, pode-se compará-la a um homem que, estando em seu país de origem, viaja de tempos em tempos para outros países, permanecendo por um período em cada um deles e adquirindo as experiências que esses lugares oferecem. A cada retorno, ele traz consigo novos conhecimentos, enriquecendo cada vez mais a sua bagagem espiritual.
Platão já mencionava a reencarnação em suas obras, e desde a antiguidade esse conceito está presente nas religiões e filosofias orientais. Na civilização egípcia dos faraós, há cerca de 7000 anos, ela também constituía o fundamento de suas crenças religiosas. A reencarnação é o principal alicerce da Doutrina Espírita. Graças à ampla divulgação pelo cinema, pela televisão e pela internet, tornou-se hoje um tema bastante popular em todo o mundo. O conceito de reencarnação está impregnado de misticismo e fé, mas cresce o número de relatos impressionantes de lembranças e marcas atribuídas a supostas vidas passadas, o que vem despertando cada vez mais o interesse da ciência.
De acordo com a revista "Super Interessante", em uma das mais prestigiadas universidades públicas dos Estados Unidos, a Universidade da Virgínia, pesquisadores da área de saúde mental dedicam-se há décadas a desafiar os céticos. Ali são estudados, entre outros casos que ultrapassam os limites da ciência convencional, relatos sobre reencarnação, muitos deles submetidos à verificação. Embora não existam resultados conclusivos, os estudos são, no mínimo, intrigantes. À frente da Divisão de Estudos da Personalidade está o mais famoso pesquisador sobre o assunto, o saudoso Ian Stevenson, que deixou esta vida em 2007. Seus livros e artigos em publicações científicas descrevem casos de crianças que afirmam recordar vidas passadas e de pessoas com marcas de nascença que teriam origem em cicatrizes de existências anteriores.
Stevenson e sua equipe analisaram casos de reencarnação da maneira que consideram mais rigorosa possível. Realizaram entrevistas, confrontando os relatos com documentos e comparam descrições com fatos que apenas familiares da pessoa falecida poderiam conhecer. Por esse trabalho, ele se tornou um dos principais responsáveis por deslocar – ainda que de forma limitada – o conceito de reencarnação do campo exclusivo da fé e do misticismo para o âmbito da investigação científica. Mas o que levou esse renomado médico, com mais de 60 anos de carreira, e tantos outros pesquisadores, a considerar a reencarnação como uma hipótese válida?
Entre as histórias estudadas, destaca-se a de Swarnlata Mishra, uma menina nascida em 1948 em uma família abastada da Índia, que se tornou protagonista de um dos casos clássicos da literatura médica sobre vidas passadas. O episódio é descrito em um dos livros de Ian Stevenson, Twenty Cases Suggestive of Reincarnation (“Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação”, sem tradução brasileira), e guarda semelhança com outros relatos registrados ao redor do mundo, principalmente de lembranças reveladas na infância. Diferentemente da maioria, porém, não está relacionado a mortes violentas, confrontos ou traumas.
A história de Swarnlata é simples. Aos três anos de idade, durante uma viagem com o pai, apontou para uma estrada que levava à cidade de Katni e pediu ao motorista que seguisse até o que chamou de “minha casa”, onde poderiam tomar uma xícara de chá. Katni fica a mais de 160 quilômetros da cidade natal da menina, Pradesh. Logo depois, Swarnlata começou a descrever diversos detalhes de sua suposta vida em Katni. Afirmou que lá seu nome fora Biya Pathak, que tivera dois filhos e forneceu descrições da casa, indicando sua localização no distrito de Zhurkutia. O pai passou então a registrar cuidadosamente as “memórias” da filha.
Recordações de mãe
Sete anos depois, em 1959, ao tomar conhecimento desses relatos, o pesquisador indiano de fenômenos paranormais Sri H. N. Banerjee visitou Katni. Utilizando as anotações feitas pelo pai de Swarnlata como guia, entrevistou a família Pathak. Tudo o que a menina havia afirmado sobre Biya – falecida em 1939 – correspondia aos fatos. Até então, nenhuma das duas famílias tinha qualquer conhecimento uma da outra.
Naquele mesmo ano, o viúvo de Biya, um de seus filhos e o irmão mais velho viajaram para a cidade de Chhatarpur, onde Swarnlata residia. Chegaram sem avisar e, sem revelar suas identidades ou intenções aos moradores locais, pediram que nove deles os acompanhassem até a casa da família Mishra. Stevenson relata que, imediatamente, a menina reconheceu os três visitantes e pronunciou seus nomes, chamando o “irmão” pelo apelido. Semanas depois, seu pai a levou a Katni, até a casa onde dizia ter vivido e morrido. Swarnlata, segundo Stevenson, identificou pelo nome cada um dos presentes – parentes e amigos da família –, recordou episódios domésticos e tratou os filhos de Biya, então com cerca de 30 anos, com a intimidade de uma mãe. Swarnlata tinha apenas 11 anos.
As duas famílias se aproximaram e passaram a trocar visitas, aceitando o caso como um exemplo de reencarnação. O próprio Stevenson testemunhou um desses encontros em 1961. Diferentemente de muitos relatos de lembranças atribuídas a vidas passadas, as recordações da menina continuaram presentes ao longo de sua vida adulta – quando Swarnlata já estava casada e formada em Botânica.
Assim como esse, existem milhares de outros episódios intrigantes, alguns mais verificáveis do que outros. Somente na Universidade da Virgínia há registros de mais de 2.500 casos desse tipo. No entanto, para a ciência, a ocorrência de casos isolados – ainda que numerosos – não constitui prova definitiva. Os céticos costumam atribuir essas histórias a fraudes, coincidências ou autoinduções, por vezes bem intencionadas. Apesar da dúvida científica em relação à reencarnação, a humanidade convive com essa crença há muito tempo.
No século XIX, o francês Hippolyte Léon Denizard Rivail – conhecido como Allan Kardec –, juntamente com outros estudiosos, dedicou-se a um tema então em destaque na Europa: os fenômenos das mesas giratórias, nos quais sensitivos afirmavam que espíritos se manifestavam no mundo dos vivos. Kardec escreveu uma série de obras sobre as experiências mediúnicas que observou e, tendo como base a ideia da reencarnação, fundou a Doutrina Espírita. Para os espíritas, a reencarnação é um princípio incontestável. No entanto, muitos preferem dar maior credibilidade a relatos sustentados por fundamentos científicos. (Trecho extraído da revista Super Interessante)
Há alguns vídeos que mostram alguns casos de crianças que lembram das suas vidas anteriores.
Assuntos como a Reencarnação, podem ser encontrados no livro A "Reencarnação revelada pelos Espíritos a Allan Kardec".
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Mediunidade, Intuição, Capacidades Extrassensoriais, memórias de outras vidas em crianças, entre outros, são abordados no Livro "Intercâmbio com o Mundo Espíritual".
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